Jogador CoD Mobile de 19 anos é esfaqueado até a morte

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Um membro da equipe de E-sports do FBI de 19 anos, do Call of Duty Mobile, foi assassinado na tarde desta segunda-feira (22). Informação publicada pelo portal R7 indica que Ingrid Oliveira Bueno da Silva, conhecida pela alcunha de SOL, foi esfaqueada até à morte por Guilherme Alves Costa no primeiro encontro das duas. Eles se conheciam há aproximadamente um mês durante a batalha real. A cena do esports reverberou na tragédia.

O caso ganhou mais visibilidade com a publicação da equipe Jaguares Esports nesta terça-feira (23).

“É com imensa tristeza que a Jaguares Esports deseja força à família do jogador SOL e ao time do FBI E-Sports. Estamos todos de luto. Que descanse em paz e que a justiça seja feita ”, disse Jaguares no comunicado.

Em impresso, a entidade também divulgou mensagens no WhatsApp que dão mais detalhes sobre o assassinato.

“Nosso jogador SOL foi brutalmente assassinado. Gostaria de ser mais delicado sobre esse assunto, mas estamos em choque. Ela desapareceu há poucos dias e foi encontrada morta por um psicopata que a esfaqueou, gravou e postou nas redes sociais ”, diz o corpo da mensagem.

O perfil da equipe de gamerselite do Call of Duty Mobile, da qual o Guilherme participou sob o apelido de FLASHLIGHT, publica que não tem nada a ver com o que aconteceu.

“Esta segunda-feira à tarde, [Guilherme] carregou um vídeo para o grupo WhatsApp da organização no qual ele supostamente matou uma mulher, filmou e compartilhou o vídeo. Ele também enviou um PDF em que deixa mensagens de ódio contra os cristãos e faz uma referência ao terrorismo. Depois que a liderança do clã tomou conhecimento do ocorrido, nos organizamos e tomamos as medidas necessárias: Informamos as autoridades competentes e pedimos a todos os nossos membros que não compartilhassem o vídeo do suposto crime ”.

O relatório R7 informa que o assassinato ocorreu na casa do suspeito, em Pirituba, zona norte de São Paulo. A notícia diz que Guilherme fugiu após o crime e seu irmão conseguiu convencê-lo a se render.

No portal R7, o policial afirmou que ele confessou o assassinato e disse que planejou o crime e afirmou ter escrito um livro no qual explica seus objetivos e as razões que o levaram a cometer o crime. Uma cópia do suposto livro foi anexada ao inquérito policial. O caso foi registrado como homicídio qualificado na 87ª DP.

Em vídeo divulgado pelo Viva ABC, Guilherme está sendo preso pela polícia e é questionado por um transeunte se “lembra do que fez”. Guilherme responde: “Lembro. Minha sanidade está completamente alta. ” Ele também responde por que cometeu o crime: “Porque eu quis”. Uma mulher o pede para rir depois de ter matado uma “menina”, e Guilherme diz que “conhece a gravidade da situação”.

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