CoD Mobile: estudante suspeita de esfaquear jogadora em São Paulo | Esportes

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Um estudante de 18 anos foi preso em flagrante sob suspeita de esfaquear uma menina de 19 anos na tarde desta segunda-feira (22), em Pirituba, Zona Norte de São Paulo. O suspeito afirmou que conheceu Ingrid Bueno pela internet um mês antes do crime.

Ela era conhecida pelo apelido de “Sol” e jogava Call of Duty: Mobile para a equipe do FBI E-Sports, um atirador móvel. O suspeito jogou por outro time, Gamers Elite, e a suspeita é que eles se conheceram durante partidas de jogos online.

A organização FBI E-Sports disse à GE que Sol era um excelente jogador.

Ingrid “Sol”, jogadora do Call of Duty Mobile – Foto: Reprodução / Instagram

– Ela se juntou ao nosso elenco de meninas e fez muita amizade com os caras da linha Black Stars, onde ficou até o fim. Ela era uma excelente jogadora, tinha um lugar no nosso coração. Ele era uma pessoa extraordinária, sempre motivando e acreditando. A ligação dela com todos os membros foi super boa, super respeitosa, simpática e muito educada. Damos a ela nosso maior respeito, e a sua família, nossos sentimentos e nossas condolências.

O jogador recebeu homenagens da comunidade, que se uniu em alguns servidores do próprio CoD Mobile para demonstrar seu luto:

Em nota, a Gamers Elite disse que o suspeito havia enviado um vídeo com imagens da jovem morta no grupo da organização e os responsáveis ​​disseram ter informado “as autoridades competentes” e pedido aos integrantes do grupo que não compartilhassem o vídeo. A organização afirma ainda que nunca viu o jogador pessoalmente e que “não condena de forma alguma com nenhum criminoso e nunca irá tolerar ou desculpar-se por isso”.

Segundo informações do boletim, policiais militares foram chamados para atender a ocorrência de uma mulher esfaqueada. Na casa do suspeito, eles encontraram a vítima com várias facadas. A morte foi confirmada por uma equipe de resgate.

Após ferir a vítima, o estudante fugiu. O irmão do suspeito disse que chegou em casa e encontrou a jovem já desmaiada e disse à polícia que não a conhecia.

Após o crime, o estudante chegou a dizer à família que ia cometer suicídio, mas seu irmão conseguiu convencê-lo a se render. Cerca de 30 minutos após o incidente, o autor compareceu ao 87º Distrito Policial.

Ele confessou o assassinato e disse que planejou o crime escrevendo um livro no qual explica seus objetivos e as razões que o levaram a cometer o crime; em um e-mail enviado à professora universitária Lola Aronovich, ele menciona o quanto “odeia a humanidade” e também seu “ódio pelas mulheres”. A Polícia Civil obteve cópia do suposto livro e foi anexado ao inquérito.

Os parentes da vítima não souberam dizer se a menina estava namorando o suspeito. O celular do aluno foi apreendido e foram solicitados exames forenses. O caso foi registrado como homicídio qualificado na 87ª DP.

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